Necessidades Humanas Universais: A essência da CNV

A proposta essencial da Comunicação Não Violenta é focar a comunicação na investigação das Necessidades Humanas Universais. Ora investigo as minhas necessidades, ora as do outro. Marshall Rosenberg diz que “podemos treinar para enxergar a expressão de necessidades a partir do que os outros falam, não importa como se exprimam.” E o que são Necessidades Humanas Universais? Segundo Marshall (2019, p.14) "As necessidades são recursos exigidos pela vida para que esta possa se sustentar. Por exemplo, nosso bem-estar físico depende da satisfação da necessidade ar, água, descanso e alimento. Nosso bem-estar psicológico e espiritual aumenta quando nossas necessidades de compreensão apoio, franqueza

Os 100 Adeus

Quantos adeus temos dado, antes, mesmo, de nos permitir dar umas boas-vindas recheadas de processos, de pausas e de pequenos cafezinhos? Nos relacionamentos de hoje, vemos e somos vistos como mercadorias nas prateleiras e outdoors de beleza ou estampa anunciada. Valemos por nossas profissões, nossos corpos malhados, nossas máscaras de perfeição. Vale quanto pesa? Ou vale quanto aparenta ser? Quanto vale um sorriso calado, um aperto de mãos firme, um abraço sincero, a profundidade de um olhar? Não queremos mais investir nosso tempo no amadurecimento das relações, mas, somente, na vã e falsa garantia de que estamos rodeados de muita gente e, no final das contas, de gente alguma. Até das nossas

Expressando a essência da nossa raiva, completamente e de todo coração.

A comunicação não violenta não busca sufocar, reprimir ou acalmar a raiva, nem a vê como uma qualidade indesejável. A raiva é vista como um sentimento que deseja expressão, reconhecimento. E que, quando expresso superficialmente, saem em ações como matar, bater, ferir ou culpar os outros mental ou fisicamente. Precisamos expressar nossa raiva na sua essência. Como fazer? Dissociar o que os outros dizem ou fazem da responsabilidade da nossa raiva Nenhum comportamento ou movimento das outras pessoas pode ser responsável pelo que sinto. Portanto, não pode ser causa da minha raiva. É importante me livrar do pensamento: “fulano me deixou com raiva porque fez aquilo”. Culpar o outro é uma expressã

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